terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

E se o seu colega é gay? Respeitaria?

diga nãoDizer que respeita a diversidade está na moda. Na prática, entretanto, aceitar a convivência com um homossexual no ambiente de trabalho ainda é um desafio sobre-humano para muita gente.

Vamos tratar do assunto que deixa muitas pessoas desconfortáveis, aceitar a escolha sexual de seu colega. Será que você aceita ou aceitaria trabalhar com um profissional que é homossexual? Já tive a oportunidade de conviver com vários colegas que eram homossexuais, além de prestar consultoria para empresas, onde os donos eram homossexuais.

O que muda? Para mim, nada, pois estava ali tratando de assuntos profissionais e as pessoas eram (e são) muito focadas no seus objetivos. Tratar elas diferentes por uma escolha de vida e orientação sexual será uma idéia tão diversa do meu comportamento, que nunca cogitei fazer esta separação.

Como explica a pesquisadora Denise Jodelet, em Das representações coletivas às representações sociais: elementos para uma história, “as representações sociais são uma forma de conhecimento socialmente elaborado e compartilhado, que contribui para a construção de uma realidade comum a um conjunto social”.

No ambiente de trabalho, como em poucos outros espaços, tais representações se materializam de forma mais clara, estabelecendo limites, basicamente, entre três níveis: a aceitação, o respeito distanciado e a intolerância. Na maioria das situações dos dois últimos casos, entretanto, é muito comum o preconceito velado, mais subjetivo, muitas vezes não percebido até mesmo por quem o põe em prática.

5 comentários:

  1. Olá meu amigo... estou contigo! Digo não ao preconceito!
    O orientação sexual de cada um diz respeito tão somente a esta pessoa e as que irão partilhar da mesma cama com ela!
    Nas amizades, no trabalho, na vida social pra mim são todos seres humanos batalhando pela vida!
    O que conta é sempre o caráter....
    Beijo no coração

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  2. As pessoas que se sentem incomodadas com um colega de trabalho homossexual, no fundo, no fundo, sente-se inseguro com sua própria sexualidade, à ponto de se sentir ameaçado ou constrangido com a sexualidade "alheia" assim.
    Diante deste incômodo eu pergunto:
    --Será que é tão alheia, assim?

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  3. Pra mim não muda absolutamente nada! Tenho amigo gay e pra mim tanto faz, não interfere em nada mesmo! O que conta é como a pessoa é, não sua opção sexual.

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  4. joselitobortolotto16 de março de 2012 10:23

    Bem, sempre (ou quase) haverá um piadinha, um sorriso de canto de boca ....ainda vai demorar um pouco para uma convivência sem hipocrisia.

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  5. Amigo Geraldo, eu já tive alguns colegas. A opção de vida não pode ser confundida com competencia, amizade e companheirismo!

    Beijos

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Autor

Sobre
Adm. de Empresas, Gaúcho, Parlamentarista e defensor do Voto Distrital Puro. , Saiba mais