Poucas empresas no Brasil ocuparam as páginas policiais com tanta frequência quanto a JBS nos últimos três ou quatro anos, por motivos d...

Final da NFL também é uma excelente vitrine para as marcas e um evento à parte para o mercado publicitário. O Superbowl, um dos maior...

Está se apagando as luzes do ano de 2016 que vai embora sem deixar saudades, na frente um 2017 que, se não nos trás perspectivas muito ot...

Entre os que se opõem à PEC dos gastos e à Reforma da Previdência, a principal proposta alternativa seria uma auditoria cidadã da dívida....

O mundo acordou, estarrecido, com a vitória do candidato republicano Donald Trump à corrida pela Casa Branca, residência oficial do Preside...

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Neste dia, em que comemoramos o dia do Administrador, precisamos cada vez focar na relevância para a atuação dos profissionais de administr...

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O Brasil enfrenta uma crise sem fim, com indefinições na área politica e econômica, com isto muitas empresas estão fechando e/ou diminuin...

segunda-feira, 20 de março de 2017

Carne fraca: a JBS não aprendeu nada


propaganda enganosa
Poucas empresas no Brasil ocuparam as páginas policiais com tanta frequência quanto a JBS nos últimos três ou quatro anos, por motivos diversos. Com exceção das empreiteiras da Lava Jato e o Grupo X, de Eike Batista, nenhuma outra companhia conseguiu esse feito. Num momento em que vivemos um clima de faxina no país, em todos os setores, é bom fazermos algumas reflexões. Eu quero aqui tratar de dois temas: ética e marketing.

Não sei se vocês lembram - dizem que brasileiro tem memória curta. Mas em 2013 a JBS foi o centro de uma polêmica internacional, ao ser acusada pela Nestlé de ter lhe vendido carne de cavalo como se fosse bovina. Isso dificultou gravemente a penetração da brasileira na Europa para sempre. Mas, por aqui, tudo seguiu dentro da normalidade. E, para isso, o marketing foi uma ferramenta crucial.

Eu, como profissional da área, me esforço todos os dias para convencer quem vê o marketing como vilão de que nosso trabalho é importante para o desenvolvimento dos mercados. Mas às vezes fica difícil.

A crise de 2013 na JBS foi resolvida com propaganda - muita propaganda. E Tony Ramos. A JBS martelou sua marca Friboi dia e noite na cabeça dos brasileiros, reforçando sempre, principalmente, o atributo "qualidade". Uma campanha para a qual eu tiraria o chapéu, se tivesse vindo acompanhada de intervenções verdadeiras na produção para resolver os problemas que geraram a crise.

Os esforços em cima da marca Friboi não se restringiram à propaganda na mídia em geral. Em poucos anos, a empresa conseguiu consolidar um posicionamento muito forte, vendendo-se como uma fornecedora de produtos "diferenciados", com "qualidade superior". Quem não lembra de Tony Ramos perguntando: "É Friboi?" Sem contar com a Academia da Carne, um brand content dentro do site da Globo, que tem conseguido promover com êxito a cultura gourmetizadora do churrasco no país.

O esforço para tirar a mancha da carne de cavalo da internet - que tem a memória um pouco melhor - foi tão baita que mesmo hoje, no dia em que saíram as denúncias da operação Carne Fraca, o assunto só aparece na primeira página do Google na pesquisa por "Friboi" por causa do widget de notícias, porque na listagem convencional nada se vê. Isso acontece porque os conteúdos (positivos) indexados na primeira página do termo foram muito bem trabalhados no quesito SEO, que é o conjunto de técnicas de otimização de páginas para buscas.


A nova crise


Mais eis que a casa caiu novamente. O pilar que desmoronou foi mais uma vez o da qualidade. E as pessoas até toleram comprar produtos de uma empresa acusada de corrupção - infelizmente. Mas ninguém quer colocar no seu prato e no da sua família linguiça feita com restos de cabeça de porco ou comer frango com papelão, conforme acusação da Polícia Federal.

Tem coisas que o marketing não consegue resolver. Não há propaganda boa que sustente um produto ruim. Essa máxima é clássica.

Não há marca forte que resista a uma carne fraca.


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Superbowl 2017, o grande negocio para as marcas

Audiência maciça
Final da NFL também é uma excelente vitrine para as marcas e um evento à parte para o mercado publicitário.

O Superbowl, um dos maiores eventos esportivos norte-americanos, é um dos mais assistidos em todo o planeta. Na sua última edição, atingiu a marca de 112 milhões de espectadores. O recorde foi em 2015, quando atingiu um pico histórico de 114,4 milhões.

Com esse potencial, a final da NFL também é uma excelente vitrine para as marcas e um evento à parte para o mercado publicitário. As empresas investem pesado em comerciais bem elaborados para engajarem o público gigantesco. É um dos raros momentos em que a publicidade deve atingir o estado da arte para ter a maior eficácia possível.

Não é por menos: 30 segundos de anúncio custam US$ 5 milhões que são embolsados pelo canal CBS. O valor é alto mesmo para as marcas mais valiosas do mundo – a maioria dos anunciantes cria versões estendidas dos comerciais no YouTube com um tempo de duração três a quatro vezes maior. Para um investimento tão maciço, não podem existir erros nem meios-termos.

Dos 10 comerciais veiculados, tenho o meu "favorito": Skittles | "Romance", cuja versão está no vídeo abaixo:


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Realismo nublado de 2017

em busca da vantagem competitiva
Está se apagando as luzes do ano de 2016 que vai embora sem deixar saudades, na frente um 2017 que, se não nos trás perspectivas muito otimistas, também mostrar por que queremos nos livrar tanto que ano que finda.

Infindáveis escândalos de corrupção, impeachment presidencial, desemprego e déficit público recordes, substancial queda do PIB marcaram um ano muito difícil para os brasileiros. 

O cenário externo não foi mais positivo, com a ascensão de movimentos xenófobos e separatistas nos países desenvolvidos que aumentam as incertezas. Baixo crescimento econômico, concentração de renda e, por consequência, generalizada e justificada insatisfação popular com a classe política abriram espaço para mudanças, o que poderia ser bom, mas até agora este espaço tem sido ocupado por populistas de esquerda e, principalmente, de direita.

Pode-se esquecer que não navegaremos por oceanos azuis de prosperidade, mas se desenvolvermos estratégias de diferenciação para nossos clientes e mercados, podemos também colocar valor único e desenvolver competências, para que assim envolver e abraçar aquele quer se considerar "o escolhido",  a criação passa pela inspiração em transformar idéias competitivas em seu favor na conquista de espaços e novos cliente. 

domingo, 27 de novembro de 2016

O outro lado da auditoria pública cidadã

solução ou problema
Entre os que se opõem à PEC dos gastos e à Reforma da Previdência, a principal proposta alternativa seria uma auditoria cidadã da dívida. Quais os méritos e deméritos desta proposta?

O eventual lado positivo seria descobrir alguma fraude em parte dívida pública, o que reduziria a dívida total. Ao contrário da esperança de alguns, é improvável que tal redução fosse significativa por duas razões.

 A primeira é que a dívida já é auditada pelo TCU. Pode ser que o TCU tenha, por incompetência ou conivência, permitido que algo tenha sido incorporado à dívida pública indevidamente e que isto seja descoberto em uma eventual auditoria cidadã? Sim. É provável que este montante seja significativo em relação ao volume total de mais de R$3 trilhões da dívida pública? 

Não. 

A dívida pública é resultado da soma de déficits acumulados pelo setor público ao longo do tempo mais seu custo de financiamento ao longo do tempo mais eventuais decisões judiciais contrárias ao governo que imponham a emissão de precatórios judiciais que acabem sendo incorporados à dívida pública. 

Considerando-se apenas os déficits públicos das últimas décadas e as altas taxas de juros básicas que prevaleceram no Brasil nesse período – aliás, as taxas de juros básicas no Brasil são tão elevadas exatamente porque a dívida e o déficit público são muitas e a oferta de poupança no país é muito baixa – chega-se à conclusão aritmética de que a dívida seria de uma magnitude parecida à que ela atingiu.

Fonte: Ricam

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

A surpresa Trump

O mundo acordou, estarrecido, com a vitória do candidato republicano Donald Trump à corrida pela Casa Branca, residência oficial do Presidente dos Estados Unidos da América. Introdução feita, algumas questões devem ser feitas.

eleições no EUA
Em um país em que o voto é facultativo, sem obrigação de votar, o que motivou a imensa maioria silencioso a se manifestar pelo candidato republicano? regiões que votavam majoritariamente em candidatos democratas inverteram o voto e querem mudanças na politica da maior potência econômica do planeta.

Ainda é cedo para falar sobre os efeitos, mas se o discurso conciliador adotado logo após a decisão consolidada não for retórica, estaremos diante de um presidente que jogou para a torcida para angariar votos, e seguirá uma direção diferente de quando de sua "violenta" campanha. 


Claro que não sabendo ainda como o novo presidente eleito se comportará, a economia nacional (e internacional) se previne e acautela-se,  com dólar subindo e Bovespa caindo mais de 3% após vitória de Trump nos EUA, os investidores refazem suas posições em meio à incerteza do que irá acontecer no páis e no mundo a partir de agora

domingo, 23 de outubro de 2016

Gigante das telecomunicações norte-americana compra Time Warner

Fusão será uma das maiores da história
A AT&T confirmou que chegou a um acordo para comprar a Time Warner por US$ 85 bilhões. Trata-se de um dos maiores negócios já anunciados no mundo, neste ano, ao lado da fusão da AB Inbev com a SAB Miller, e marca o passo mais ousado de uma operadora de telecomunicações para atrair usuários e gerar conteúdo.

Com a aquisição, a AT&T passará a ser dona, entre outros, dos canais HBO, CNN e do estúdio Warner Bros.  A fusão criará um grupo de mídia e tecnologia com controle sobre um vasto número de empresas de comunicação e de entretenimento, assim como os recursos para sua difusão. A AT&T estima uma sinergia de US$ 1 bilhão em três anos com a união dos negócios.

A operação alcança "a perfeita combinação de duas companhias com capacidades complementares, que podem oferecer uma nova visão sobre como os meios e a indústria das comunicações trabalham para os clientes, criadores de conteúdos, distribuidores e publicidade", disse o presidente-executivo da AT&T, Randall Stephenson, em comunicado a investidores.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Ainda sobre o desequilibro das contas

Qual a saída?
As contas estão em desequilíbrio crescentes e a urgência de medidas que tomem curso para, assim, o ajuste fiscal seja feito, e de certa maneira é o melhor que temos.

A observação do que se pratica no resto do mundo também reforçou as dúvidas sobre a conveniência, sobretudo social, de controlar gastos apenas pela limitação de seu crescimento em termos reais. A correção do volume de despesas pela inflação, de fato, só é – ou foi – adotada por 16% dos países que, segundo levantamento do FMI publicado em 2015, desde 1985 aplicam algum sistema de controle de gastos. Pode-se prever que, se a economia voltar a crescer e, com ela, a arrecadação pública se recuperar, a pressão para rever o mecanismo de controle pela inflação tenderá a aumentar.

Mais corremos o risco de  termos um lado mais peverso ( ou oculto) é também deixar mais evidente que, ao concentrar a correção dos desequilíbrios no corte de gastos, deixando de lado a reversão de “gastos tributários”, derivados de desonerações e isenções fiscais, penaliza as camadas mais pobres – justamente as mais dependentes das despesas públicas.

Apesar de criticos ferrenhos julgarem o todo perverso, certas adaptações (como o tempo de vigência)  pode ser o lenitivo que a "doente economia terminal"  saia da UTI e possa se recuperar a tempo de sobreviver.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Controle de despesas, uma ferramenta necessária



Necessário o controle...
Um dos maiores fatores que desequilibram orçamentos, sejam eles públicos ou privados, são nossas despesas, e seus mecanismos de controle, embora não gostemos de medidas drásticas ou "amargas" demais, eles são necessários. A discussão sobre a Projeto de Emenda Constituição 241 ou pela sigla PEC 241 pelo Governo Federal, é um destes exemplos. 

Vejamos que o controle de despesas e a  experiência internacional mostra que países que adotaram regras fiscais baseadas no comportamento da despesa do setor público tiveram resultados positivos, como melhora do balanço orçamentário, controle efetivo do gasto e maior capacidade de realizar políticas fiscais anticíclicas. 


Por se tratar de um item sobre o qual o governo tem poder direto, limites para o gasto também costumam ter melhores índices de cumprimento do que regras para a dívida, por exemplo, especialmente se estiverem estabelecidas em lei.

Fonte: Valor





sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Dia do Administrador: profissão comemora 51 anos

Neste dia, em que comemoramos o dia do Administrador, precisamos cada vez focar na relevância para a atuação dos profissionais de administração no contexto nacional, além de homenagear nossa data comemorativa (9 de setembro). 

tudo fica no azulComo parte da comemoração dos mais de meio século da profissão, o Conselho Federal de Administração (CFA) desenvolveu a campanha “Com Administração, tudo fica no azul”. O foco é demonstrar a importância do Administrador enquanto profissional habilitado para avaliar riscos e tomar as decisões, e para planejar e alcançar os resultados esperados.

E nesta caminhada que comecei há 26 anos que me engajo, o Brasil precisa de Administradores!!! E este gaúcho, sem modéstia (tenho orgulho de minha profissão) está divulgando a campanha. Está na hora dos administradores terem seus esforços reconhecidos e espaço para desempenharem suas melhores qualidades: criatividade, organização,visão, talento, eficácia e capacidade para mudar a realidade

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

A Economist confia no novo governo

the economist confia em novo governoA Revista de Economia britanica The Economist foi muito clara ao dizer que Michel Temer entende melhor os problemas do Brasil do que a antecessora cassada por um processo de impeachment. No título, o artigo diz que é “tempo de Temer“. 



Michel Temer understands Brazil's problems better than his impeached predecessor did https://t.co/f64q9DUj2v pic.twitter.com/LwfCv1q6a3

— The Economist (@TheEconomist) 4 de setembro de 2016

E o texto abre destacando que quase ninguém foi às ruas defender Dilma Rousseff em seus últimos momentos na Presidência da República. E lembra que o sucesso do PT no poder esteve intimamente ligado ao boom das commodities, uma realidade global na qual Lula surfou, mas aproveitou mal para o país.

Na sequência, cita a narrativa do golpe para negá-la com fatos e mostrar que Dilma Rousseff arruinou o Brasil. E que Michel Temer está disposto a reverter as políticas equivocadas que levaram o país ao buraco.













sábado, 20 de agosto de 2016

A volta aos mercados de vizinhança

Os mercados de vizinhança



sem crise
Os mercados de vizinhança, modelo que resistiu a todas as instabilidades, voltam a ganhar força. É onde o consumidor encontra os produtos de padaria, açougue e mercearia em um só lugar, perto de casa, administrado por pessoas em geral conhecidas e moradoras do bairro. Afirmação do consultor Eduardo Miguel, da Expand, que cita o estudo Mercado de Vizinhança da GfK, revelando que o pequeno varejo de alimentos está mais competitivo e faturou 7% mais em 2015 do que em 2014. O melhor desempenho foi das lojas de até 500 metros quadrados e quatro checkouts, que cresceram 12,3%, indicando expansão real no faturamento.

Vantagem nos preços


Os mercados de vizinhança mostram vantagem também nos preços, segundo a GfK. Sua cesta básica de 35 produtos custou menos no primeiro trimestre deste ano do que nos super e hipermercados.

Fonte: JC

domingo, 14 de agosto de 2016

Sete passos para vencer a crise e o desemprego

O Brasil enfrenta uma crise sem fim, com indefinições na área politica e econômica, com isto muitas empresas estão fechando e/ou diminuindo seus quadros de funcionários. Se você foi demitido, confira algumas dicas para enfrentar e superar este momento de maneira positiva:


Aceite o período de mudanças e não resista


Estamos sofrendo os efeitos das constantes transformações, cada vez mais rápidas e abrangentes. Adapte-se ao novo período percebendo a mudança como uma chance de aprendizado e novos desafios.

Aproveite para conhecer mais sobre você


Defina novos objetivos baseados naquilo que realmente gosta e lhe faz feliz. Perceba e avalie o que foi muito bom em sua última experiência e o que não deseja mais repetir. E dedique-se a entender o que faz seu coração vibrar. Paixão e dedicação geram sucesso. O resto vem em seguida.

Planeje e monte um plano


Vale fazer uma chuva de ideias, com todos os cenários possíveis (e até mesmo os que parecem impossíveis, por que não?). A partir daí, estabeleça prioridades, aquilo que é ou não viável no momento, e defina objetivos que se desdobrem em metas e ações pontuais. Quanto mais específico seu plano, mais passível de ser colocado em prática será.


Invista em sua autoestima


Ok, é complicado. Mas pense em toda a influência positiva que você já exerceu na vida de colegas, amigos e família, nas realizações bacanas em sua carreira, nas habilidades que você tem e reafirme-as para si mesma. Lembre-se que, investindo em uma autoestima, você terá coragem para redefinir novos e mais desafiadores objetivos e a energia necessária para colocá-los em prática.

Amplie seu leque de possibilidades


Escreva textos para blogs e sites de sua área, ou faça um blog mostrando o que você sabe, ofereça consultoria, palestras, faça trabalhos voluntários, participe de projetos bacanas em sua área. Enfim, encontre um meio de oferecer sua expertise para ajudar algo ou alguém. Você pode ainda não ter encontrado uma recolocação formal, mas existem diversas formas de manter-se ativa e exercitando suas habilidades. Elas são como um músculo que precisa estar em forma.

Não se compare! A ninguém


Este, definitivamente, não é um momento para comparações. Apenas não faça isso.


Aja e comunique-se de maneira positiva


Olhando pela perspectiva do aprendizado, atue e transmita sua mensagem para aqueles a quem contatar com otimismo e confiança, o que fará toda a diferença no modo como você será visto e lembrado. Lembre-se: otimismo é sempre um ótimo hábito.


Por Semadar Marques, especialista em Empatia, Liderança Colaborativa, Propósito de Vida e Inteligência Emocional.

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