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A crise é um ambiente perfeito para os mais determinados, para os destemidos, para os que não se esmorecem por conta das adversidades. ...

Candice Pascoal, fundadora e CEO da plataforma de financiamento coletivo Kickante, foi vencedora do Cartier Women’s Initiative Awards 201...

Poucas empresas no Brasil ocuparam as páginas policiais com tanta frequência quanto a JBS nos últimos três ou quatro anos, por motivos d...

Final da NFL também é uma excelente vitrine para as marcas e um evento à parte para o mercado publicitário. O Superbowl, um dos maior...

Está se apagando as luzes do ano de 2016 que vai embora sem deixar saudades, na frente um 2017 que, se não nos trás perspectivas muito ot...

Entre os que se opõem à PEC dos gastos e à Reforma da Previdência, a principal proposta alternativa seria uma auditoria cidadã da dívida....

O mundo acordou, estarrecido, com a vitória do candidato republicano Donald Trump à corrida pela Casa Branca, residência oficial do Preside...

A AT&T confirmou que chegou a um acordo para comprar a Time Warner por US$ 85 bilhões. Trata-se de um dos maiores negócios já anuncia...

As contas estão em desequilíbrio crescentes e a urgência de medidas que tomem curso para, assim, o ajuste fiscal seja feito, e de certa m...

Um dos maiores fatores que desequilibram orçamentos, sejam eles públicos ou privados, são nossas despesas, e seus mecanismos de cont...

Neste dia, em que comemoramos o dia do Administrador, precisamos cada vez focar na relevância para a atuação dos profissionais de administr...

quarta-feira, 3 de maio de 2017

O dia que Kotler morreu



O dia que Kotler morreu
Os especialistas em Marketing Digital mataram Philip Kotler – um dos gurus do marketing. Hoje tudo é digital, logo, o “tiozinho que escreveu aquele livro gigante que nunca ninguém leu, mas que o professor da faculdade mandou comprar…” pode ser deixado de lado. Afinal, ser PhD pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), ter realizado pós-doutorado em Harvard, prestado consultoria para empresas como IBM, Michelin, General Motors e ser a sexta pessoa mais influente do mundo dos negócios, claramente, vale muito menos que a sacada genial que o social media teve para o post de Dia dos Pais. 

Esse senhor, certa vez ousou em falar sobre os 4Ps do marketing. Mas ao que parece, o Digital não precisa saber disso. Preço, o cliente decide. Produto, o cliente produz. Praça é o cliente que cuida, e a Promoção é de responsabilidade do social media, munido com os mais diversos memes. O consumidor que goste da ideia, afinal, ela é a grande sacada. Antes, a aposta em posts bem-humorados era o suficiente para gerar engajamento. Porém, Mark Zuckeberg mudou as regras do jogo e agora é preciso pagar para conseguir engajamento. A ferramenta do Facebook é simples de mexer, tem uma segmentação bacana e milhões de impactos. Não é necessário ter planejamento ou estratégia. Novos seguidores e curtidas na página, e o objetivo foi alcançado. O próximo passo é fazer tudo de novo. O resultado? Uma página com milhares de likes. 

Se, por exemplo, passam 5 mil pessoas por uma loja no shopping, mas só 2 realizam uma compra, o estabelecimento fecha. A lógica é simples: gerou muito lead, mas não foi convertido em negócio. O que está errado? Preço, produto, atendimento? É preciso refletir porque 5 mil curtidas no post com 2 ou 3 negócios gerados é algo bom. Mataram o Kotler, que defende estratégias que gerem negócios e não apenas likes e leads. Philip ensina que o marketing é pensar em pessoas, em emoções. Com cálculos, ele mostra que é mais barato manter o cliente do que conquistar novos. Mas, hoje, manter os clientes não gera mídia e não vale a pena. 

Diga que não tem como fazer nada com a verba a não ser performance e pronto. A performance gera negócios, e não uma mídia com custo mais baixo no click. O digital se resumiu a mídia online em patrocínio de posts, links pagos no Google, programática, e influenciadores. Todos esses elementos são importantes, mas qual a história que a mídia vai contar? Ao serem questionados sobre qual a mensagem que desejam passar, os assassinos de Kotler param e travam como um erro 404 do Windows. A piada, já foi, a promoção também. E agora? 

Enquanto os profissionais do setor ignorarem os ensinamentos de Kotler, o marketing digital será analisado apenas como mídia. Os conceitos de Internet das Coisas, Omnichannel, BigData, AmazonDash, Wearables, Vídeo 360o, Hololens/Windows serão resumidos em mídia. As plataformas digitais têm pecado na retenção do cliente. Usar a mesma comunicação para todos os públicos não é eficaz. Um rapaz de 35 anos, residente em São Paulo, não consome da mesma forma que um senhor de 50 anos do Rio de Janeiro. Bem-vindo à era da propaganda orientada para ferramentas e não para o consumidor. Infelizmente, Kotler morreu. 

Felipe Morais é coordenador de MBA no Grupo Impacta, para o site Coletiva.net

terça-feira, 2 de maio de 2017

Sucesso na crise: duas coisas que aprendi remando contra a maré

Navegando sobre as rochas
A crise é um ambiente perfeito para os mais determinados, para os destemidos, para os que não se esmorecem por conta das adversidades.

Comecei minha carreira em 1990, quando tive minhas primeiras lições de mercado quando conclui minha graduação em administração de empresas. Qual era o cenário naquela ocasião? Fernando Collor de Melo era o presidente do Brasil. Eleito em 1989, tomou posse em 1990. O Brasil vivia uma inflação louca de mais de 80% ao mês. O preço de tudo mudava duas vezes por dia e até mesmo as donas de casa precisavam agir como verdadeiras economistas para aplicarem seu dinheiro.

Para que tu entenda bem o que significa uma inflação de 80% ao mês, imagine que o seu salário é de 100 reais. Ao final do mês ele se tornava algo equivalente a 20 reais, porque 80% dele foi consumido pela inflação. Para isso, existiam complexos dispositivos bancários e de indexações para que as pessoas conseguissem proteger um naco de seu poder de compra. Era um caos.

Na época eu trabalhava em uma empresa atacadista de mangueiras e correias industriais, que atendia, inclusive, setores que dependiam de situação econômica favorável, como os produtores de grãos (soja, trigo e milho) e fumo. 

Se você nunca viu uma lista de preços que não tinha unidades cotadas em moeda e sim em índice, acredite, eu vivi isto, o índice era a BTN (bônus do tesouro nacional) que sucederam as ORTN (Ordens Reajustáveis do Tesouro Nacional) e que tinham suas cotações informadas diariamente. 

Na tentativa de resolver a economia, uma das primeiras decisões do governo Collor foi um pacote ousado e inesperado de confisco de pila da população. O chamado Plano Collor.

Todos os brasileiros tiveram a poupança confiscada, deixando apenas um pequeno valor à disposição de cada um. O valor confiscado seria, um dia, devolvido para todos. Alguns se suicidaram, outros que tinham compromissos a serem honrados quebraram e houve uma revolta generalizada. 

O que se esperava era que, como os ricos são a minoria, que a grande massa aprovasse as medidas. No dia 29 de dezembro de 1992, no entanto, Collor foi deposto pelo processo de impeachment. 

O que aprendi naquele ambiente turbulento?

1. Crise é sinônimo de oportunidades. Não gosto de crises e prefiro muito mais os ambientes estáveis. No entanto, não temos controle sobre o que acontece no país e no mundo. Logo, as crises sempre virão e se destacam os que sabem lidar com ela, ou melhor, os que sabem aproveitar as oportunidades que aparecem no meio delas. 

Eu costumo dizer que, em momentos de crises, o dinheiro troca de mão. Os velhos ricos sempre darão o lugar aos novos ricos que virão de baixo, os que são mais resistentes às mudanças e são mais arrojados, enquanto os velhos ricos ficam na defensiva, porque acham que têm algo a perder. Geralmente, perdem por não saírem da defesa e acabam levando uma goleada. Afinal, quem não faz leva.

2. a crise é um ambiente perfeito para os mais determinados, para os destemidos, para os que não se esmorecem por conta das adversidades e desejam mudar de vida e proporcionar uma vida melhor para sua família, apesar do cenário adverso.

Coitadistas e vitimistas padecem na crise e estão sempre prontos a encontrar um culpado. Numa crise, os protagonistas são os que terão história para contar e darão muitas risadas no futuro, contando para seus filhos e netos como venceram em meio ao caos.

Por fim, a crise pode acontecer na cidade, no país ou até no mundo. No entanto, você pode não sofrer os efeitos dela, ou melhor, pode até crescer durante a crise, se tiver a mentalidade certa e souber posicionar seu projeto com inteligência.

Sobre crise, eu não li em um livro e nem escutei sobre isso numa cadeira da faculdade. Vivi tudo intensamente nas últimas duas décadas e com resultados positivos. Vivo hoje mais uma vez, empreendendo em diversos setores. Desejo a você todo sucesso nessa nova fase do Brasil. Não é fácil, mas é possível.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Brasileira é destaque em lista internacional de negócios

Initiative Awards
Candice Pascoal, fundadora e CEO da plataforma de financiamento coletivo Kickante, foi vencedora do Cartier Women’s Initiative Awards 2017, evento que tem como objetivo central identificar e apoiar projetos originais de negócios liderados por empresárias do mundo todo, além de fomentar o empreendedorismo feminino. O prêmio é um dos mais importantes da área de negócios no mundo.

Candice Pascoal é brasileira e vive há 15 anos no exterior, morando principalmente nos Estados Unidos e Holanda, onde realizou diversos projetos importantes durante sua atuação como vice-presidente internacional da Putumayo World Music, em Nova York, quando foi responsável pelo lançamento de baitas nomes do cenário musical mundial.

Após seu trabalho no mundo da música, Candice tornou-se referência no segmento de arrecadação de fundos e esteve à frente de importantes projetos para captação de recursos para ONGs na Europa, Ásia e Américas, entre as quais estão Médicos Sem Fronteiras, Cruz Vermelha, WWF e Anistia Internacional.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Carne fraca: a JBS não aprendeu nada


propaganda enganosa
Poucas empresas no Brasil ocuparam as páginas policiais com tanta frequência quanto a JBS nos últimos três ou quatro anos, por motivos diversos. Com exceção das empreiteiras da Lava Jato e o Grupo X, de Eike Batista, nenhuma outra companhia conseguiu esse feito. Num momento em que vivemos um clima de faxina no país, em todos os setores, é bom fazermos algumas reflexões. Eu quero aqui tratar de dois temas: ética e marketing.

Não sei se vocês lembram - dizem que brasileiro tem memória curta. Mas em 2013 a JBS foi o centro de uma polêmica internacional, ao ser acusada pela Nestlé de ter lhe vendido carne de cavalo como se fosse bovina. Isso dificultou gravemente a penetração da brasileira na Europa para sempre. Mas, por aqui, tudo seguiu dentro da normalidade. E, para isso, o marketing foi uma ferramenta crucial.

Eu, como profissional da área, me esforço todos os dias para convencer quem vê o marketing como vilão de que nosso trabalho é importante para o desenvolvimento dos mercados. Mas às vezes fica difícil.

A crise de 2013 na JBS foi resolvida com propaganda - muita propaganda. E Tony Ramos. A JBS martelou sua marca Friboi dia e noite na cabeça dos brasileiros, reforçando sempre, principalmente, o atributo "qualidade". Uma campanha para a qual eu tiraria o chapéu, se tivesse vindo acompanhada de intervenções verdadeiras na produção para resolver os problemas que geraram a crise.

Os esforços em cima da marca Friboi não se restringiram à propaganda na mídia em geral. Em poucos anos, a empresa conseguiu consolidar um posicionamento muito forte, vendendo-se como uma fornecedora de produtos "diferenciados", com "qualidade superior". Quem não lembra de Tony Ramos perguntando: "É Friboi?" Sem contar com a Academia da Carne, um brand content dentro do site da Globo, que tem conseguido promover com êxito a cultura gourmetizadora do churrasco no país.

O esforço para tirar a mancha da carne de cavalo da internet - que tem a memória um pouco melhor - foi tão baita que mesmo hoje, no dia em que saíram as denúncias da operação Carne Fraca, o assunto só aparece na primeira página do Google na pesquisa por "Friboi" por causa do widget de notícias, porque na listagem convencional nada se vê. Isso acontece porque os conteúdos (positivos) indexados na primeira página do termo foram muito bem trabalhados no quesito SEO, que é o conjunto de técnicas de otimização de páginas para buscas.


A nova crise


Mais eis que a casa caiu novamente. O pilar que desmoronou foi mais uma vez o da qualidade. E as pessoas até toleram comprar produtos de uma empresa acusada de corrupção - infelizmente. Mas ninguém quer colocar no seu prato e no da sua família linguiça feita com restos de cabeça de porco ou comer frango com papelão, conforme acusação da Polícia Federal.

Tem coisas que o marketing não consegue resolver. Não há propaganda boa que sustente um produto ruim. Essa máxima é clássica.

Não há marca forte que resista a uma carne fraca.


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Superbowl 2017, o grande negocio para as marcas

Audiência maciça
Final da NFL também é uma excelente vitrine para as marcas e um evento à parte para o mercado publicitário.

O Superbowl, um dos maiores eventos esportivos norte-americanos, é um dos mais assistidos em todo o planeta. Na sua última edição, atingiu a marca de 112 milhões de espectadores. O recorde foi em 2015, quando atingiu um pico histórico de 114,4 milhões.

Com esse potencial, a final da NFL também é uma excelente vitrine para as marcas e um evento à parte para o mercado publicitário. As empresas investem pesado em comerciais bem elaborados para engajarem o público gigantesco. É um dos raros momentos em que a publicidade deve atingir o estado da arte para ter a maior eficácia possível.

Não é por menos: 30 segundos de anúncio custam US$ 5 milhões que são embolsados pelo canal CBS. O valor é alto mesmo para as marcas mais valiosas do mundo – a maioria dos anunciantes cria versões estendidas dos comerciais no YouTube com um tempo de duração três a quatro vezes maior. Para um investimento tão maciço, não podem existir erros nem meios-termos.

Dos 10 comerciais veiculados, tenho o meu "favorito": Skittles | "Romance", cuja versão está no vídeo abaixo:


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Realismo nublado de 2017

em busca da vantagem competitiva
Está se apagando as luzes do ano de 2016 que vai embora sem deixar saudades, na frente um 2017 que, se não nos trás perspectivas muito otimistas, também mostrar por que queremos nos livrar tanto que ano que finda.

Infindáveis escândalos de corrupção, impeachment presidencial, desemprego e déficit público recordes, substancial queda do PIB marcaram um ano muito difícil para os brasileiros. 

O cenário externo não foi mais positivo, com a ascensão de movimentos xenófobos e separatistas nos países desenvolvidos que aumentam as incertezas. Baixo crescimento econômico, concentração de renda e, por consequência, generalizada e justificada insatisfação popular com a classe política abriram espaço para mudanças, o que poderia ser bom, mas até agora este espaço tem sido ocupado por populistas de esquerda e, principalmente, de direita.

Pode-se esquecer que não navegaremos por oceanos azuis de prosperidade, mas se desenvolvermos estratégias de diferenciação para nossos clientes e mercados, podemos também colocar valor único e desenvolver competências, para que assim envolver e abraçar aquele quer se considerar "o escolhido",  a criação passa pela inspiração em transformar idéias competitivas em seu favor na conquista de espaços e novos cliente. 

domingo, 27 de novembro de 2016

O outro lado da auditoria pública cidadã

solução ou problema
Entre os que se opõem à PEC dos gastos e à Reforma da Previdência, a principal proposta alternativa seria uma auditoria cidadã da dívida. Quais os méritos e deméritos desta proposta?

O eventual lado positivo seria descobrir alguma fraude em parte dívida pública, o que reduziria a dívida total. Ao contrário da esperança de alguns, é improvável que tal redução fosse significativa por duas razões.

 A primeira é que a dívida já é auditada pelo TCU. Pode ser que o TCU tenha, por incompetência ou conivência, permitido que algo tenha sido incorporado à dívida pública indevidamente e que isto seja descoberto em uma eventual auditoria cidadã? Sim. É provável que este montante seja significativo em relação ao volume total de mais de R$3 trilhões da dívida pública? 

Não. 

A dívida pública é resultado da soma de déficits acumulados pelo setor público ao longo do tempo mais seu custo de financiamento ao longo do tempo mais eventuais decisões judiciais contrárias ao governo que imponham a emissão de precatórios judiciais que acabem sendo incorporados à dívida pública. 

Considerando-se apenas os déficits públicos das últimas décadas e as altas taxas de juros básicas que prevaleceram no Brasil nesse período – aliás, as taxas de juros básicas no Brasil são tão elevadas exatamente porque a dívida e o déficit público são muitas e a oferta de poupança no país é muito baixa – chega-se à conclusão aritmética de que a dívida seria de uma magnitude parecida à que ela atingiu.

Fonte: Ricam

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

A surpresa Trump

O mundo acordou, estarrecido, com a vitória do candidato republicano Donald Trump à corrida pela Casa Branca, residência oficial do Presidente dos Estados Unidos da América. Introdução feita, algumas questões devem ser feitas.

eleições no EUA
Em um país em que o voto é facultativo, sem obrigação de votar, o que motivou a imensa maioria silencioso a se manifestar pelo candidato republicano? regiões que votavam majoritariamente em candidatos democratas inverteram o voto e querem mudanças na politica da maior potência econômica do planeta.

Ainda é cedo para falar sobre os efeitos, mas se o discurso conciliador adotado logo após a decisão consolidada não for retórica, estaremos diante de um presidente que jogou para a torcida para angariar votos, e seguirá uma direção diferente de quando de sua "violenta" campanha. 


Claro que não sabendo ainda como o novo presidente eleito se comportará, a economia nacional (e internacional) se previne e acautela-se,  com dólar subindo e Bovespa caindo mais de 3% após vitória de Trump nos EUA, os investidores refazem suas posições em meio à incerteza do que irá acontecer no páis e no mundo a partir de agora

domingo, 23 de outubro de 2016

Gigante das telecomunicações norte-americana compra Time Warner

Fusão será uma das maiores da história
A AT&T confirmou que chegou a um acordo para comprar a Time Warner por US$ 85 bilhões. Trata-se de um dos maiores negócios já anunciados no mundo, neste ano, ao lado da fusão da AB Inbev com a SAB Miller, e marca o passo mais ousado de uma operadora de telecomunicações para atrair usuários e gerar conteúdo.

Com a aquisição, a AT&T passará a ser dona, entre outros, dos canais HBO, CNN e do estúdio Warner Bros.  A fusão criará um grupo de mídia e tecnologia com controle sobre um vasto número de empresas de comunicação e de entretenimento, assim como os recursos para sua difusão. A AT&T estima uma sinergia de US$ 1 bilhão em três anos com a união dos negócios.

A operação alcança "a perfeita combinação de duas companhias com capacidades complementares, que podem oferecer uma nova visão sobre como os meios e a indústria das comunicações trabalham para os clientes, criadores de conteúdos, distribuidores e publicidade", disse o presidente-executivo da AT&T, Randall Stephenson, em comunicado a investidores.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Ainda sobre o desequilibro das contas

Qual a saída?
As contas estão em desequilíbrio crescentes e a urgência de medidas que tomem curso para, assim, o ajuste fiscal seja feito, e de certa maneira é o melhor que temos.

A observação do que se pratica no resto do mundo também reforçou as dúvidas sobre a conveniência, sobretudo social, de controlar gastos apenas pela limitação de seu crescimento em termos reais. A correção do volume de despesas pela inflação, de fato, só é – ou foi – adotada por 16% dos países que, segundo levantamento do FMI publicado em 2015, desde 1985 aplicam algum sistema de controle de gastos. Pode-se prever que, se a economia voltar a crescer e, com ela, a arrecadação pública se recuperar, a pressão para rever o mecanismo de controle pela inflação tenderá a aumentar.

Mais corremos o risco de  termos um lado mais peverso ( ou oculto) é também deixar mais evidente que, ao concentrar a correção dos desequilíbrios no corte de gastos, deixando de lado a reversão de “gastos tributários”, derivados de desonerações e isenções fiscais, penaliza as camadas mais pobres – justamente as mais dependentes das despesas públicas.

Apesar de criticos ferrenhos julgarem o todo perverso, certas adaptações (como o tempo de vigência)  pode ser o lenitivo que a "doente economia terminal"  saia da UTI e possa se recuperar a tempo de sobreviver.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Controle de despesas, uma ferramenta necessária



Necessário o controle...
Um dos maiores fatores que desequilibram orçamentos, sejam eles públicos ou privados, são nossas despesas, e seus mecanismos de controle, embora não gostemos de medidas drásticas ou "amargas" demais, eles são necessários. A discussão sobre a Projeto de Emenda Constituição 241 ou pela sigla PEC 241 pelo Governo Federal, é um destes exemplos. 

Vejamos que o controle de despesas e a  experiência internacional mostra que países que adotaram regras fiscais baseadas no comportamento da despesa do setor público tiveram resultados positivos, como melhora do balanço orçamentário, controle efetivo do gasto e maior capacidade de realizar políticas fiscais anticíclicas. 


Por se tratar de um item sobre o qual o governo tem poder direto, limites para o gasto também costumam ter melhores índices de cumprimento do que regras para a dívida, por exemplo, especialmente se estiverem estabelecidas em lei.

Fonte: Valor





sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Dia do Administrador: profissão comemora 51 anos

Neste dia, em que comemoramos o dia do Administrador, precisamos cada vez focar na relevância para a atuação dos profissionais de administração no contexto nacional, além de homenagear nossa data comemorativa (9 de setembro). 

tudo fica no azulComo parte da comemoração dos mais de meio século da profissão, o Conselho Federal de Administração (CFA) desenvolveu a campanha “Com Administração, tudo fica no azul”. O foco é demonstrar a importância do Administrador enquanto profissional habilitado para avaliar riscos e tomar as decisões, e para planejar e alcançar os resultados esperados.

E nesta caminhada que comecei há 26 anos que me engajo, o Brasil precisa de Administradores!!! E este gaúcho, sem modéstia (tenho orgulho de minha profissão) está divulgando a campanha. Está na hora dos administradores terem seus esforços reconhecidos e espaço para desempenharem suas melhores qualidades: criatividade, organização,visão, talento, eficácia e capacidade para mudar a realidade

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