Energia alternativa e novos modelos de negócios

Sem água para irrigar a agropecuária, projetos de energias renováveis são alternativas para mudar a face da região nordeste.   Reconhecida...

Sem água para irrigar a agropecuária, projetos de energias renováveis são alternativas para mudar a face da região nordeste.
 
Reconhecidamente uma das regiões mais pobres do Brasil, com 18,3% da extensão territorial do País, 28% da população do Nordeste e com PIB per capita equivalente a um terço do PIB per capta brasileiro, o semiárido precisa quebrar o paradigma do atual modelo produtivo pautado na agropecuária tradicional e buscar novos caminhos, investir em outros setores com maior potencial tecnológico e menos dependente dos recursos hídricos e da regularidade de água de chuva - que não tem. 

A observação é do economista, professor da Universidade Federal de Pernambuco, e consultor, Gustavo Maia Gomes, para quem "a agropecuária tradicional do semiárido não tem perspectiva de crescimento. Não tem saída, sem que haja uma revolução tecnológica no setor. A atividade ainda não está condenada, mas nos atuais padrões tecnológicos não terá vida futura".

As alternativas em modelos energéticos alternativos como eólico e solar poderam resolver e mudar este paradigma?

Seria um sonho se o modelo gerasse um lucro para o usuário como no vídeo abaixo??

Perguntas que somente o futuro nos responderá, mas não custa ser ufanista, e achar que os modelos energéticos atuais tornam a dependencia de altos investimentos, enquanto que os alternativos poderiam sair mais em conta??

Confira o vídeo


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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Energia alternativa e novos modelos de negócios

Sem água para irrigar a agropecuária, projetos de energias renováveis são alternativas para mudar a face da região nordeste.
 
Reconhecidamente uma das regiões mais pobres do Brasil, com 18,3% da extensão territorial do País, 28% da população do Nordeste e com PIB per capita equivalente a um terço do PIB per capta brasileiro, o semiárido precisa quebrar o paradigma do atual modelo produtivo pautado na agropecuária tradicional e buscar novos caminhos, investir em outros setores com maior potencial tecnológico e menos dependente dos recursos hídricos e da regularidade de água de chuva - que não tem. 

A observação é do economista, professor da Universidade Federal de Pernambuco, e consultor, Gustavo Maia Gomes, para quem "a agropecuária tradicional do semiárido não tem perspectiva de crescimento. Não tem saída, sem que haja uma revolução tecnológica no setor. A atividade ainda não está condenada, mas nos atuais padrões tecnológicos não terá vida futura".

As alternativas em modelos energéticos alternativos como eólico e solar poderam resolver e mudar este paradigma?

Seria um sonho se o modelo gerasse um lucro para o usuário como no vídeo abaixo??

Perguntas que somente o futuro nos responderá, mas não custa ser ufanista, e achar que os modelos energéticos atuais tornam a dependencia de altos investimentos, enquanto que os alternativos poderiam sair mais em conta??

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