Previsão de Ano Novo: Não há luz no fim do tunel na economia

Para você que começou seu primeiro dia útil do ano, não vai uma boa noticia: a economia vai mal, e por mais otimismo que tenhamos, olhamo...

Para você que começou seu primeiro dia útil do ano, não vai uma boa noticia: a economia vai mal, e por mais otimismo que tenhamos, olhamos para um horizonte nada agradável, e quem diz isto é o ex-secretario da Receita Federal Everardo Maciel, em artigo do Blog do Noblat:

"...No Brasil, apesar das tentativas de mistificação por meio de artifícios retóricos, a conjuntura não é favorável: a inflação está se estabilizando em patamar elevado, a despeito da iníqua manipulação dos preços administrados; o crescimento econômico é pífio e sem perspectivas de recuperação; o desequilíbrio fiscal é uma realidade determinada pelo desproporcional crescimento dos gastos correntes vis-à-vis as receitas, em que pesem o socorro de benditas receitas extraordinárias e o recurso às grotescas manobras de “contabilidade criativa”; o estímulo ao consumo, como opção de crescimento, atingiu seu limite, principalmente em virtude do elevado endividamento das famílias; o setor externo esta cada vez mais sensível aos imprevisíveis humores do mercado internacional, enfrentados com armas primitivas, como o recente aumento do IOF sobre o turismo externo ou das alíquotas do imposto de importação..."

Ou seja, o governo federal está com discurso de Suécia e uma realidade de .... Brasil, onde se gasta muito e mal, arrecada-se cada vez mais, prioriza-se cada vez menos setores essenciais, onde o sucateamento da infra-estrutura  básica de hospitais, escolas e logistica de transportes é cada vez mais evidente.

E defende-se arduamente que isto é gestão de qualidade, não isto é qualquer outro nome, menos gestão pública. Aquela em prioriza investimentos de base, em possam alavancar o país no futuro, como aparelhamentos adequados de universidades, escolas, hospitais, postos de saúde, estradas asfaltadas sem desníveis, aeroportos sem falhas em pistas, sinalizadores de qualidade e que possam receber turistas internos e externos sem deficiência.

Mas, ao contrário preferimos construir, com dinheiro público é claro, doze arenas de futebol para a copa do mundo de futebol em 2014.

Imaginem quantos destes estádios sobreviverão à 2014?? Quantos deles terão ocupação plena depois da copa? 

Enquanto isto sobrevivem nas piores condições possíveis, doentes nos hospitais públicos, amontoados como gado, tratados como manada, sem remédios, sem instalações, nesta hora 
vemos que os profissionais de saúde (os verdadeiros) são "herois", sobrevivendo em uma "selva" do descaso público.

Se você enxergar uma luzinha por ai, comenta aí, já que eu não estou vendo nada.

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2 comentários

  1. Geraldo, realmente fica difícil com este governo jogando contra, mas te pergunto: Serà que os protestos do ano passado não refletirão nas urnas? Fica a esperança de uma luz no fim do tunel. Abraços.

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  2. Geraldo, realmente fica difícil com este governo jogando contra, mas te pergunto: Serà que os protestos do ano passado não refletirão nas urnas? Fica a esperança de uma luz no fim do tunel. Abraços.

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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Previsão de Ano Novo: Não há luz no fim do tunel na economia

Para você que começou seu primeiro dia útil do ano, não vai uma boa noticia: a economia vai mal, e por mais otimismo que tenhamos, olhamos para um horizonte nada agradável, e quem diz isto é o ex-secretario da Receita Federal Everardo Maciel, em artigo do Blog do Noblat:

"...No Brasil, apesar das tentativas de mistificação por meio de artifícios retóricos, a conjuntura não é favorável: a inflação está se estabilizando em patamar elevado, a despeito da iníqua manipulação dos preços administrados; o crescimento econômico é pífio e sem perspectivas de recuperação; o desequilíbrio fiscal é uma realidade determinada pelo desproporcional crescimento dos gastos correntes vis-à-vis as receitas, em que pesem o socorro de benditas receitas extraordinárias e o recurso às grotescas manobras de “contabilidade criativa”; o estímulo ao consumo, como opção de crescimento, atingiu seu limite, principalmente em virtude do elevado endividamento das famílias; o setor externo esta cada vez mais sensível aos imprevisíveis humores do mercado internacional, enfrentados com armas primitivas, como o recente aumento do IOF sobre o turismo externo ou das alíquotas do imposto de importação..."

Ou seja, o governo federal está com discurso de Suécia e uma realidade de .... Brasil, onde se gasta muito e mal, arrecada-se cada vez mais, prioriza-se cada vez menos setores essenciais, onde o sucateamento da infra-estrutura  básica de hospitais, escolas e logistica de transportes é cada vez mais evidente.

E defende-se arduamente que isto é gestão de qualidade, não isto é qualquer outro nome, menos gestão pública. Aquela em prioriza investimentos de base, em possam alavancar o país no futuro, como aparelhamentos adequados de universidades, escolas, hospitais, postos de saúde, estradas asfaltadas sem desníveis, aeroportos sem falhas em pistas, sinalizadores de qualidade e que possam receber turistas internos e externos sem deficiência.

Mas, ao contrário preferimos construir, com dinheiro público é claro, doze arenas de futebol para a copa do mundo de futebol em 2014.

Imaginem quantos destes estádios sobreviverão à 2014?? Quantos deles terão ocupação plena depois da copa? 

Enquanto isto sobrevivem nas piores condições possíveis, doentes nos hospitais públicos, amontoados como gado, tratados como manada, sem remédios, sem instalações, nesta hora 
vemos que os profissionais de saúde (os verdadeiros) são "herois", sobrevivendo em uma "selva" do descaso público.

Se você enxergar uma luzinha por ai, comenta aí, já que eu não estou vendo nada.

2 comentários:

  1. Geraldo, realmente fica difícil com este governo jogando contra, mas te pergunto: Serà que os protestos do ano passado não refletirão nas urnas? Fica a esperança de uma luz no fim do tunel. Abraços.

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  2. Geraldo, realmente fica difícil com este governo jogando contra, mas te pergunto: Serà que os protestos do ano passado não refletirão nas urnas? Fica a esperança de uma luz no fim do tunel. Abraços.

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